Semanalmente, a WhatTheTrend publica os resultados das tendências de tópicos no Twitter. Tenho acompanhado e nas últimas semanas os temas relacionados a Copa do Mundo tem dominado as discussões de forma avassaladora. No critério de pontuação da empresa, temas relacionados à Copa do Mundo Fifa aparecem na última semana com cerca de 38 mil pontos, enquanto o segundo tema, finais da NBA, aparecem longe com 8 mil pontos e a Apple com o popular lançamento do iPhone4 fica com somente 4 mil pontos. Não só isso, segundo tabela abaixo da própria WhatTheTrend, que divulga os Top 10 dos tópicos que mais estiveram entre os TT nos últimos 30 dias, o hashtag #worldcup aparece pelo tempo equivalente a 15 dias na lista e Vuvuzela aparece por 11 dias, ficando muito à frente do grande desastre ecológico do momento “Oil Spil” (derramamento de óleo no golfo), que aparece por um tempo equivalente de 7 dias na lista dos TT. Em resumo, os 6 primeiros dos 10 tópicos tem relacionamento com a Copa, considerando que a brincadeira com o Galvão, também tem de fundo o grande evento esportivo mundial.

Um outro dado importante, ao se considerar a audiência global de internet, em nenhuma Copa anterior a essa, as redes sociais eram tão dominantes como mídia, como agora. Uma análise mais acurada dos líderes digitais pelo Alexa, indica que pelo menos metade dos líderes de audiência global tem a componente de rede social (incluindo Facebook, Twitter, YouTube, Wikipedia, Blogger e os messengers MSN e QQ chinês na categoria “social media”).

Tudo isso um pouco para dizer o que já sabiamos. Essa é a Copa do Mundo Digital e da Rede Social. As pessoas não estão mais assistindo a Copa pela TV, estão completamente conectadas à mídias digitais com seus iPhones, iPads, etc, participando de um debate paralelo com seus amigos e contatos através do Twitter, Facebook, Orkut e acompanhando tudo também com seus aplicativos e sites das estatísticas dos jogos e últimas notícias.

Bom, e como as marcas estão penetrando nesse mundo? Pois bem, alguns casos interessantes estão aparecendo com essa Copa, como por exemplo um post anterior que fizemos sobre o sucesso da campanha da Coca-Cola nos trending topics do Twitter. Foi a segunda campanha do gênero seguindo a do Toy Story 3, que apesar não se poder atribuir ao Twitter, tem sido muito bem sucedido nas bilheterias.

Aqui no Brasil, a Vivo inovou atuando em rede social com a Comunidade Eu Vivo a Seleção , que já conseguiu quase 180 mil participantes cadastrados em poucas semanas, tendo realizado um mega evento no Maracanã e com a filmagem do curta metragem por Fernando Meireles do último gol do Pelé, uma super produção para os padrões da internet e de vídeos virais. Segundo a Vivo, o filme já gerou mais de 1,5 milhão de visitas.

Outras frentes de marketing incluiram os aplicativos para iPhone, Android, iPad, que também já foi tema de um post nosso. Inúmeros aplicativos como ESPN, Adidas, Hyundai forma criados para aproveitar o interesse na tabelas, bolões, estatísticas e informações.

Ainda assim, com tudo isso acontecendo, meu sentimento é que a maioria das marcas ainda tendem a relacionar com as redes sociais de forma passiva, no máximo monitorando o que se fala delas e tentando minimizar os estragos de impactos negativos. (Vide o turbilhão que a Globo viveu no próprio Twitter nessas semanas de Copa do Mundo, com seguidas mobilizações com relação ao Galvão, Tadeu Schmidt, #diasemglobo, entre outras).

Algumas ações, no entando, começam a se destacar, como a da utilização do Twitter como rede de atendimento pela Best Buy (@twelpforce). Interessante esse caso em que a empresa busca ao redor do seu Core Business e das suas já destcadas habilidades offline, expandir on-line buscando as potenciais vocações das redes sociais. Outro destaque foi o posicionamento do Jornal O Globo, que esperou o momento da Copa para lançar seu aplicativo iPad focado em esportes, trazendo inclusive a degustação do caderno de esportes em versão digital, além de fotos, estatísticas e últimas notícias, que segundo informações que obtive, ganhou no seu lançamento posições entre os top10 de aplicativos de esporte mundiais.

Ou seja, os cases estão começando e os resultados iniciais são animadores. Tudo leva a crer que esta Copa do Mundo está trazendo um divisor de águas, iniciando uma nova relação das marcas com o mundo digital.

E aí, mais algum case digital relevante alavancando a Copa? Em breve estarei compilando um estudo sobre o tema. Sugestões são muito bem vindas …

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Magazine Apps for iPad. Trend or Hype?

Saiu recentemente a versão da famosa Sports Illustrated para o iPad, com aplicativo grátis disponível para download na App Store, com direito a degustação de uma parte de edição. Para comprar as edições, o preço tentativa padrão de quase US$5 continua a aparecer. Das revistas que lançaram demo há 6 meses, a SI é talvez a primeira em que a entrega se aproxima da visão. Veja o demo feito pela SI e colocado no YouTube….

Bom, o aplicativo da SI real ainda não faz tudo isso, mas está chegando bem perto. Testei ontem e me surpreendi com a implementação da roda de compartilhamento e informações, que até agora só tinha visto em demos da Time e SI. Não só isso, mas uma boa integração com multi-mídia e navegação com a web.
Mas algumas perguntas continuam em aberto sobre esses apps de revistas:
- Vale US$5 para cada edição?
- Vão vender tão bem como a primeira edição digital da Wired?
- Hype ou trend?
- App ou web?
- E o billing? Direto ou App store?

Para apimentar ainda mais a discussão, Pete Cashmore, lider da Mashable, escreveu esta semana para a CNN um artigo que coloca a provocação de não se acreditar na hype das revistas digitais como app, ressaltando que não estão entregando o poder da web e que cases como a Wired que vendeu mais edições digitais que em banca, não passam de um hype da novidade.

Pois, bem. Acho que vale a pena ler o texto do Pete, concordo que até aqui os apps tem decepcionado, mas discordo em alguns pontos.
1. Estamos vendo somente as primeiras versões de aplicativos, evoluirão a cada dia
2. Web apps não geram todo o potancial de funcionalidades, por exemplo não utilizam a memória do iPad e permitindo ler off-line, dependendo de uma boa conexão sempre
3. Ao simular uma versão semelhante ou incremental ao papel, facilitam a defesa do aumento da circulação das revistas e melhor negociação de contratos publicitários, com economia de escala

Isso somente para falar algumas. Acredito que estamos vendo os primeiros momentos de algo que vai revolucionar o mundo das publicações, e ainda não está claro que forma irá tomar. Portanto, esse debate é útil e importante pois é trocando essas idéias com Cashmore e outros é que vamos refinando e desenhando nossa presença nesse novo mundo dos tablets…

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The “iPad Killers”

Depois da declaração de Steve Jobs, de que um iPad é vendido a cada 3 segundos, uma série de empresas anunciaram seus novos projetos em tablets, na Computex 2010 em Taiwan.

Os novos tablets, já batizados de “the iPad Killers” são apresentados nesse divertido video de Doug Aamoth da Techland.

Entre os citados, a Viliv já apresenta seu S10 Blade, um tablet com resolução HD (1366×768) de 10 polegadas, também com windows 7, 1.2 kg, 512 MB de memória, com processador Intel Atom Z350 de 1.66GHz ou Z550 de 2.0GHz e 10 horas de bateria, mas sem previsão de preço.

Já a MSI apresenta seu WinPad 100, um tablet que deve chegar as lojas ainda esse ano por $ 400.00. Windows 7, 2GB de memória RAM, 32GB de drive e processador Intel Atom Z350 de 1.66GHz, mas peca na pobre resolução da imagem 1024 x 600. Segundo a Engadget, o Winpad terá portas USB e HDMI e ainda uma câmera integrada.

Há ainda o curioso eeePAD da Asus, (sim com 3 “es”), em duas versões. A primeira versão EP121 será um Core 2 Duo Intel CULV, também com autonomia de 10 horas rodando Windows 7 ou Android, oferecido por US$ 400.00. Já a versão EP101, terá uma tela de 19 polegadas (!!), processador Tegra 2 da nVidia, e rodará o Windows Embedded Compact 7, o novo Windows CE, que agora será baseado em CloudComputing, oferecido a US$ 500.00. Há tamb[em um acessório interessante: um suporte com teclado, que o transforma em um notebook tadicional.

Com o sucesso de vendas do iPad, o novo modelo de consumo de informação digital se consolida. Agora parece que a briga será boa, mas quais serão os verdadeiros iPad killers?

Com um iPad em mãos, se vê que o grande diferencial não fica apenas na forma de interação, mas no universo de aplicações de todos os tipos que são disponibilizadas na apple store. Como as outras empresas entrarão nese jogo? Se o que vemos no mobile, se repetir com os tablets, parece que a disputa será entre apple e google… mais uma vez!

por: Alexandre Leal Machado :: mobi9

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Top 10 iPad apps (or 20+)

Pois bem, se vamos falar de Top 10, por que não deixar o David Letterman introduzir o tema. Mas sério agora, estou devendo a muitos amigos uma sugestão de top 10 apps para o iPad. Não me limitarei ao número, nem a alguma ordem específica, farei uma lista dos aplicativos que se tornaram essenciais no meu dia a dia após cerca de 70 dias de iPad na mão…

1. Zinio – A banca de revistas para o iPad , aqui assinei The Economist anual por US$126,99 com 51 edições, outros 1000+ títulos disponíveis

2. PressReader – A banca de jornais para iPad, 1000+ títulos de 80+ países, incluindo Folha, Estado e Valor. Exemplares avulsos por menos de US$1 e assinatura “all you can read” por US$29,90

3. Free Books – O nome já diz, explore os livros que estão grátis para o iPad

4. Amazon Kindle – O mellhor app de livros para o iPad é o Kindle, pela seleção de títulos e preços, mas ficaremos de olho no iBooks que agora com o IOS4 e no iPhone deve ganhar um impulso (ainda que não me veja lendo livros no iPhone)

5. Netflix – Aluguel de filmes, assinatura de cerca de US$9 para consumo ilimitado de vídeos online (por enquanto bloqueado para IPs americanos)

6. ABC Player – As séries de TV como Lost, Castle, Grey’s Anatomy, com publicidade limitada e no dia seguinte que vai ao ar na TV americana (limitado para IPs americanos)

7. Financial Times (mobile edition) – o app de jornal mais elegante e completo, está aberto o grátis até 31 de julho, oferecido por patrocinador

8- The Wall Street Jornal – reinventou seu jornal para o iPad, incluindo a versão NOW à versão do impresso, recomendo, US$18/mês, mas com cadastro pode-se degustar limitadamente…

9 – Hotel Mogul HD – game – crie um império de hotelaria

10 – Real Racing HD – game – corrida

11 – Draw – board para desenhos com lápis de cor digital

12 – Virtuoso – piano para iPad

13 – AirGuitar – violão para iPad

14 – SoundHound – reconhecimento de músicas (alternativa Shazam)

15 – Pandora – online radio playlists (IP americano) – altenativa usar o LastFM do iPhone

16- Twitterrific – Meu Twitter free app favorito no iPad – alternativa Tweetings que é pago por cerca de US$3

17 – Air Sharing HD – abertura de arquivos tipo pdf, doc, etc no iPad e impressão, além funcionar como o drive que comunica com seu Mac ou PC (alternativa GoodReader)

18 – Keynote e Keynote remote – crie e comande suas apresentações direto do iPad

19 – iDisk – ainda na versão iPhone, mas fundamental para quem usa a nuvem com o MobileMe. Várias alternativas grátis estão disponíveis como Box e DropBox

20 – Wordpress – não poderia faltar, para atualizar esse blog

Pronto, cheguei a 20, mas teria muitas outras para recomendar. Cito algumas que valem a pena ver pois muitas são grátis (por enquanto) e ficam na categoria Hors Concurs: Toy Story (livro infantil que se auto-lê), Marvel, Alice, Wired (US$5), Time Magazine (US$5), Epicurious, Maxim, NatGeo World Atlas, Twilight Lite, Nike Team, Corriere, Les Echos, USAToday, NYT Editors Choice, sem falar no Estadão Tablet e Apontador, que foram as primeiras apps brasileiras e já fiz um post específico.

E aí, deixei alguma importante de fora? Que tal usarmos esse post nos comentários para irmos atualizando esse tema em preparação para quando o iPad chegar ao Brasil?

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Yankee Group Blog » Blog Archive » Apple’s new record: the fastest product ramp to $1 billion.

Segundo Carl Howe, do Yankee Group, previa já no início de Maio, ao atingir a marca de 2 milhões de iPads vendidos em 2 meses, o iPad se torna o produto de consumo mais rápido da história a atingir a marca de US$1bilhão em vendas, deixando ja para trás as dúvidas iniciais dos tecnólogos que tanto criticaram o produto por não rodar flash ou não ter câmera. Relembrando um dos comentários do David Pogue do New York Times no início dos testes e primeiras impressões do iPad, o mundo iria se dividir em dois: 1) o segmento dos tecnologos críticos e 2) o resto do mundo que iriam amar e comprar milhões de iPads.

Pois bem, eu já comprei o meu segundo e com seus usos e aplicações aumentando a cada nova visita na App Store, com mais de 200 mil aplicativos e quase 10 mil exclusivos para iPad. Agora só resta esperar a segunda-feira para os próximos anúncios do Steve Jobs na WWDC, que além do nosso novo iPhone 4G, deve ter algumas outras surpresas na manga, como sempre …

(créditos ao Rodrigo Dauster que me alertou sobre o tema no seguinte post)

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Semana passada, Nicholas Negroponte da OLPC apresentou o projeto do novo computador de baixo custo que visa a inclusão digital de crianças carentes.

O projeto que começou em 2005 com o XO era baseado em um laptop comum. Já a nova versão XO-3, é um tanto fantástica. A idéia da OLPC é construir um tablet multitouch em plástico semi-flexível, com câmera de video, wi-fi, capacidade de rodar vídeos HD e 3D e ainda modo de display para ambientes externos (claros) e internos (escuros).

O projeto OX-3 da OLPC

O mais fantástico de tudo é o preço alvo: apenas 75 dolares!! Negroponte busca implementar o projeto até 2012, mas pelo histórico dos projetos anteriores, não devemos esperar pelas promessas.

O OX original da OLPC

O XO-1 que havia meta de preço de US$ 100, hoje é vendida aos governos por US$ 188.
Já a versão XO-2 ainda não foi lançada, mas tem a previsão de lançamento para esse ano, ao custo de US$ 75. Será?

O OX-2 que deve ser comercializado ainda em 2010

Contudo, a OLPC traz em seu projeto conceitos importantes de inovação que convergem para o que vemos como a nova tendência de consumo de informação digital.

por: Alexandre Leal Machado :: mobi9

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Conforme tema da capa no Valor Económico de hoje, uma primeira onda de brasileiros já vem testando o iPad nas suas experiências diárias dando os primeiros sinais das funções que os brasileiros atribuirão à essa nova categoria de tablets.

Sem previsão ainda para chegar ao Brasil, provavelmente deve acontecer no início do segundo semestre conforme tenho me informado com a Apple e Anatel por aqui, alguns milhares de brasileiros se anteciparam e já estão vivendo seus dias com seus brinquedinhos na mão. O fato, que trabalhando com o meu há quase dois meses, posso afirmar categorigamente, que o iPad deixou de ser um brinquedinho e ocupou um espaço importante no meu dia-a-dia.

Verdade que existem limitações e que como produtor de blog, conteúdo e palestras, estudos, não consigo ainda viver sem um lap-top ou desktop, nessa primeira versão do tablet, com configurações atuais. Mas como consumidor de conteúdo, livros, jornais, videos, games, não consigo mais ter o lap-top ou desktop como referência. Além da usabilidade e praticidade do consumo de mídia, tenho nas minhas mãos conteúdos que raramente acessava com tanta facilidade, praticidade e velocidade. Por exemplo, meus hábitos de leitura de jornais e revistas mudaram. Hoje não tenho que esperar até a quarta da semana seguinte para ler a The Economist impressa. No mesmo dia que vai em circulação nos EUA (de quinta à noite para sexta de manhã), recebo um e-mail que minha revista está disponível no aplicativo Zínio para download, tal qual a versão impressa. Melhor que a The Economist, algumas revistas como a Viv Magazine, National Geographic ou a Wired já trazem elementos muito além da versão impressa com vídeos, infográficos animados, acessos fáceis a e-commerce dos produtos anunciados, etc. Para os felizes proprietários de iPad nesse primeiro momento, os preços da Zínio estão até que muito interessantes para algumas revistas como MacWorld, Maxim, Viv Magazine, na qual a assinatura anual está na faixa de US$10-20 nesse primeiro momento. A revista The Economist, que tem 52 edições anuais sai por US$128, uma barganha para os quase R$600 que paga um assinante que deseja receber em papel no Brasil, com uma semana de atraso. Tudo bem que muito disso, já se fazia pelo computador, mas confiem em mim, agora o sentimento é outro, realmente me satisfaz a leitura no sofá e sem sujar as mãos, no mínimo …

Na categoria jornais, o papel da Zínio (banca de revistas virtual) é feito pelo aplicativo PressReader que oferece 1500 títulos de jornais do mundo inteiro, tal e qual são colocados em banca e muitas vezes antes mesmo de chegarem às bancas de seus países. Hoje mesmo li o Corriere della Sera, Estadão e Valor (onde achei essa reportagem de capa, por acaso). Para os consumidores pessoais (não corporativos) ávidos de jornais do mundo, uma assinatura de US$29,95 dá acesso a toda essa biblioteca de edições diariamente. Por US$9,95 pode-se ler 31 edições por mês (podendo alterar títulos), além de armazená-las em seu iPad. Edições avulsas saem por US$0,99.

Essa experiência dos últimos dois meses me trouxe uma nova visão do futuro da mídia impressa. Vejo um futuro no qual os gargalos e limites impostos pelo papel, transporte e distibuição não serão mais empecilhos para a proliferação dos melhores conteúdos em qualquer região geográfica e a custos mais acessíveis a uma parte maior da população. Isso cria uma clara oportunidade para a expansão da circulação de jornais para Estados / Países em que o transporte torna a versão papel quase que proibitiva (ex. The Economist aqui no Brasil). Isso abaixa também as barreiras de entrada para que novas publicações focando-se apenas no conteúdo consigam penetrar em mercados até então inviáveis. Esse tema estratégico para os publishers, deixarei para desenvolver em outro post, pois faz parte de um trabalho em desenvolvimento com clientes.

Mas voltando à matéria no Valor Econômico. Durante quase uma hora de entrevista, pude contribuir um pouco com o desenvolvimento do tema e entre algumas frases aqui e ali, citam uma estimativa minha de que no Brasil já existem cerca de 2 mil iPads. A fonte de tal numero foi uma pesquisa mundial da Admob, que indica que cerca de 38% dos iPads já estão fora dos EUAs. Essa mesma pesquisa traz números indicativos do que a Admob consegue enxergar de sua plataforma publicitária de iPads, iPhones e iPodTouchs nos vários países. Nessa amostra, que não abrange o todo, viu-se já 2 mil iPads no Brasil. Em uma outra perspectiva e considerando que o share brasileiro de 0,25% dos iPads mundiais, o Brasil teria já 5 mil iPads ao se considerar os números oficiais da Apple de 2 milhões de iPads vendidos até Maio. Pois bem, 2-5 mil não importa, certo? Errado. Em um país, em que quem vende 5 mil livros é best-seller, a circulação de um jornal econômico é de 50 mil e do maior jornal do país é 300 mil, se o iPad ao chegar oficialmente ao país vender 50, 100, 200 mil, preparem-se pois esse novo mundo poderá estar muito mais próximo do que imaginávamos …

(Fonte: Admob – Segundo o estudo, América Latina tem 3% dos 2 milhões de iPads que Steve Jobs afirma ter já vendido, no mesmo estudo Brasil aparece com 0,25%)

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Milestone Map: a simple way to control a complex project

Quem já presenciou a complexidade de um mega start-up de uma operadora de celular, o lançamento de múltiplos portais de internet simultâneos, ou mesmo a gestão de fusão entre empresas mundiais, entende a necessidade de se tornar muito visível e controlável o acompanhamento do progresso nas principais frentes de projeto. Ao longo dos últimos 10 anos, venho utilizando e aprimorando uma ferramenta simples que além do acompanhamento normal de PMO (Project Management Office) com os famosos semáforos, proporciona uma incrível visibilidade e entendimento para todos os participantes do projeto. Trata-se do Milestone Map. Um exemplo, na foto acima, reporta-se a uma mega start-up de uma operadora de celular que ocorreu há pouco mais de 8 anos.

Um pouco do contexto desse start-up … A empresa partiu de uma licensa adquirida e um business plan de um banco de investimento, um executivo, alguns consultores e uma folha de papel em branco para se começar desenhar a estratégia e plano de negócios real. Em cerca de 12 meses, e alguns bilhões de investimentos, lançava-se uma operadora de celular com 2000 torres em 16 estados do Brasil, 1000 colaboradores, 1000 pontos de venda, mais de 50 mil linhas de script de atendimento, etc, etc.

Uma variante do Milestone Map acima, que era uma painel de cerca de 3 metros, foi colocado na parede acima da mesa do CEO em um grande espaço aberto com os executivos, de forma a  transmitir instantânea e claramente os objetivos do projeto, mês a mês, o acompanhamento dos principais marcos e o grau de preparação para se chegar ao lançamento na data planejada. Imaginem na situação em que se chegava a contratar 20-30 novos colaboradores por semana, com novos diretores, gerentes e coordenadores chegando no meio do projeto e tendo que entrar rapidamente em velocidade de cruzeiro. O Milestone Map servia já como uma rápida introdução: “lançaremos em Abril de 2002, temos que ter no mínimo 2000 mil torres de celular ativadas, e 1000 pontos de venda. Hoje temos x e y, etc, etc…”

Em um outro caso mais recente, de start-up de múltiplos portais de internet, aprendi mais uma coisa: O fato da equipe se esforçar em criar o Milestone Map e sintetizar em um painel único os marcos fundamentais do projeto, foi por si só um execrcício que ajudou a treinar a equipe na priorização das atividades e avaliação dos caminhos críticos até o lançamento.

Bom, agora a pergunta que deve estar na cabeça de todos: E o que isso tem que ver com iPad, aplicativos, internet móvel, e o contexto da mobi9? Bom, este ambiente visa desenvolver conhecimento estratégico provocado por descontinuidades tecnológicas, mas também a ajudar a incubá-lo na forma de novos negócios, dai nossa preocupação em trazer também cases e experiências bem sucedidas na implementação de start-ups e transformações de negócios suportado por novas tecnologias…

… Ah, bom !!! …

Espero que seja útil …

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(Sorry, this overview was done based on Brazilian Market – MiFi is already available in North America, Europe, Asia, etc which makes things a little easier)

Há mais de um ano venho ouvindo o termo MiFi e até agora não tinha sentido a necessidade de explorar mais sobre o tema. No entanto, o momento chegou. Estou com um iPad Wifi somente e estou considerando se devo migrar para o 3G? MInha sensação inicial é que não deveria ser necessário, pois só eu já tenho 5 planos de banda larga espalhados entre casas e devices. Especificamente 3G, tenho um modem 3G e um plano iPhone 3G ilimitado. Será que não posso alavancar isso para o iPad?

Pois bem, as soluções já existem por ai, mas ainda não facilmente implementável aqui no Brasil. O MiFi seria minha primeira escolha neste momento. Trata-se de um roteador 3G-WiFi com bateria de até 4h, que transforma seu chip 3G em um hotspot portátil. (Veja matéria da PCMagazine de 13 de maio de 2009, sobre a solução MiFi com a Verizon). A solução é perfeita para transformar seu modem 3g usb em uma conexão wifi “on the go”. Pena que nenhuma operadora brasileira seja ainda parceira desse serviço de MiFi da Novatel (foto acima), que já se espalhou por vários continentes e por algum motivo ainda não achou o Brasil.

Como alternativa, a empresa Telsec, com quem falei ontem, promete trazer em julho para o Brasil seu roteador 3g-wifi de bolso, PR38 (na foto), que vem desbloqueado e aceita o chip direto da operadora. Não me aprofundei mas parece ser uma solução semelhante ao MiFi da Novatel, na qual você pode transformar seu chip banda larga em um hotspot móvel e pessoal. Outras opções da Telsec, já disponíveis no mercado brasileiro são os roteadores R100 e R250 com preços respectivamente R$285 e R$699 no Walmart. Ambos já não são tão portáteis assim, pois precisam de alimentação de energia fixa, mas serviriam para se levar sua banda larga 3G compartilhada para eventos itinerantes ou fim de semana, desde que no raio de cobertura 3G.

Algumas diferenças entre o R100 e R250: O R100 (da foto) aceita direto seu modem 3G em sua porta USB ou um modem tipo Express Card. Com 95 gramas, cabe ainda em uma mochila junto com seu lap top ou iPad WiFi pois tem dimensões de aproximadamente 15×10x2,5 cm. O R250, custa o dobro do preço mas vem com o modem embutido (basta colocar o chip), pesa 115 gramas e de dimensões um pouco menores que seu parente.

Obviamente, essas não são as únicas alternativas de roteadores 3G no mercado, mas foram as que mais me chamaram a atenção no momento para um uso pessoal. Outras soluções corporativas, mais completas e caras também estão disponíveis, como finalidade de redundância de conexões de banda larga, na qual o 3G serve como conexão back-up à fixa tradicional.

Explorei mais algumas alternativas de utilização do 3G de seu celular para o iPad. Aqui o mais simples vem sendo oferecido (ou melhor não bloqueado) pela Vivo que habilita a funcionalidade de tethering do iPhone 3G/3GS. De uma forma muito prática e simples seu iPhone passa a compartilhar o acesso internet através de Bluetooth. Falei ontem com a Claro, que não tem previsão em liberar essa função, que é nativa no iPhone 3G. Existem já ações judiciais e no PROCOM para que a Claro libere esta opção, mas por alguma razão prefere deixar seus clientes olharem para a Vivo com melhores olhos, nesse quesito. Até a versão 3.0 do iPhone OS, soluções alternativas conseguiam habilitar o tether nos iPhones da Claro, na qual eu mesmo participei em suporte ao Neto da Bullet no refinamento da solução. Outras operadoras e aparelhos também possuem opções de tethering, mas nada está explícito no site de nenhuma operadora que pesquisei.

Por fim, existe uma outra opção, menos elegante de todas, mas que ainda assim pode salvar a situação quando se precisa ter lap top e iPad wifi funcionando. Existem opções de compartilhamento de internet do lap top e desktops, que podem estar ligados no modem 3G ou uma rede fixa e esses passam a transmitir uma rede wifi como se fosse um hotspot. Tendo por exemplo seu Mac ligado a internet via modem, basta selecionar as opções de Sharing em System Preferences e configurar sua forma de dividir a internet via Bluetooth ou Airport, criando seu próprio hotspot para o iPad …

Ufa!!! Poderia ser mais simples. Acho que existe uma boa oportunidade de mercado para o MiFi no Brasil, não acham ?

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Veja também: 8 Ways to Watch TV and Movies Without Cable – Hulu, Netflix, … | PCMag.com

Não é de hoje que venho explorando as novas opcões à TV Aberta e Cabo. Tenho visto testes há alguns anos de instalações locais multi-mídia passando as séries Heroes, Lost, House, Office, etc e filmes no dia seguinte que elas vão ao ar nos EUA via iTunes, iPod, iPhone, PC, Mac, TV … Para vocês terem uma idéia como funcionaria, um usuário premium estabelecido nesse novo mundo, aí vai uma típica configuração: uma Apple TV na sala ligada a uma TV LCD 50″, um Mac Mini (e um PS3) no quarto ligados a uma LCD 40″, um laboratório no home office com um iMac, um PC e um MacBook Air, todos devidamente habilitados para compartilhar o Home Sharing no iTunes e acesso a demais serviços de Video on Demand que se possa imaginar. Isso sem falar no Wii na casa de fim de semana e os cabinhos que acompanham com iPhone, iPad, iPod levando filmes, músicas e séries de TV para qualquer lugar que se vá e possa conectar a uma TV… Bom, deu para entender a situação …

Tudo isso para dar somente um contexto, pois tenho testado o tema para valer, e claramente existe já um mundo paralelo à TV aberta e a cabo disponível, mas pelo que converso por aí, pouca gente ainda se deu conta da transformação que isso deve causar nas nossas vidas nos próximos anos. Por muito tempo a TV aberta definiu o que veríamos ao chegar em casa depois de um dia de trabalho. Se o Jornal Nacional e a novela das 8h ou que partida de futebol, a programação já estava praticamente determinada, principalmente aqui no Brasil, onde algumas casas praticamente tinham a TV da Globo praticamente ligada o dia inteiro.

Pois bem, esse mundo já mudou e silenciosamente vem transformando os hábitos dos jovens e lentamente influenciando as famílias para desespero dos mídias antigos que insistem em manterem seus planos de mídia habituais. O poder hoje está na mão do usuário e muito mais do que ele já tinha com o controle remoto. Hoje ele pode escolher o que ver, quando ver, como ver e em que device ver. Assim, e voltando para ao meu caso, raramente tenho consumido a mídia empacotada da forma como se fazia antigamente. E não estou sozinho neste mundo, pois o que estou fazendo por aqui está se tornando um hábito muito difundido nos EUAs.

Bom, vai aí um dia típico de um usuário nesse novo mundo… Acorda às 5 da manhã e faz seu esporte, retorna e lê o WSJ no iPad. Liga a Apple TV e passa o filme do Toy Story para seu filho se entreter enquanto termina suas leituras no iPad. Após o café da manhã, no taxi a caminho de uma reunião se atualiza no iPhone nos apps do Valor e Estadão e checa seus e-mails. De volta ao home office, vê os últimos vídeos diretamente baixados para a Apple TV do NYT, particularmente os de tecnologia do David Pogue … Ao longo do dia, pilota seu laboratório com multi-computadores, postando no blog em um, respondendo e-mails em outro, assistindo últimos vídeos do Engadget através do Boxee em um terceiro computador. Seu filho chega do colégio e assiste através do PS3 habilitado para o Netflix o filme dos Incríveis. Jantar em família e filho na cama, e o casal está pronto para usar seu MacMini no quarto ligado a Boxee para assistir as últimas séries no Hulu ou Netflix, ou mesmo ouvir música pelo Pandora …

Se você acha que tudo isso é filme de ficção científica, se enganou. Tudo isso poderia estar acontecendo na minha ou sua casa. E isso é só o começo. Com o iPad na mão, essas operações ainda ficaram mais simples com os aplicativos da ABC, Netflix, WSJ, etc, etc … E tudo isso com a Apple dizendo que a Apple TV é somente um hobby no momento. Imaginem quando a Apple, Google e desenvolvedores decidirem que a bola da vez deixa de ser o tablet e passa a ser a TV e o set-top-box … Assistiremos a tudo isso com prazer, …, sentado no sofá …

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Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

Development of a global collaborative project ONLINE WHITE PAPER

At this first phase of this project, most of our posts will be created in portuguese following our client work and knowledge development in Brazil. We will soon have a second front in Italy and we welcome contributions from around the globe...

Visit our ONLINE WHITE PAPER PROJECT IN BRAZIL - Mobi9 at http://mobi9.me/

Translation tools: Go directly to your language

Automated machine translators are improving year after year, but still don't compare with real human work. We are piloting different methods to translate posts generated in many languages, so that we can have some quality knowledge development. But this is still on a trial basis... Check the automated translation URLs for English and Italian ...

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