Semanalmente, a WhatTheTrend publica os resultados das tendências de tópicos no Twitter. Tenho acompanhado e nas últimas semanas os temas relacionados a Copa do Mundo tem dominado as discussões de forma avassaladora. No critério de pontuação da empresa, temas relacionados à Copa do Mundo Fifa aparecem na última semana com cerca de 38 mil pontos, enquanto o segundo tema, finais da NBA, aparecem longe com 8 mil pontos e a Apple com o popular lançamento do iPhone4 fica com somente 4 mil pontos. Não só isso, segundo tabela abaixo da própria WhatTheTrend, que divulga os Top 10 dos tópicos que mais estiveram entre os TT nos últimos 30 dias, o hashtag #worldcup aparece pelo tempo equivalente a 15 dias na lista e Vuvuzela aparece por 11 dias, ficando muito à frente do grande desastre ecológico do momento “Oil Spil” (derramamento de óleo no golfo), que aparece por um tempo equivalente de 7 dias na lista dos TT. Em resumo, os 6 primeiros dos 10 tópicos tem relacionamento com a Copa, considerando que a brincadeira com o Galvão, também tem de fundo o grande evento esportivo mundial.

Um outro dado importante, ao se considerar a audiência global de internet, em nenhuma Copa anterior a essa, as redes sociais eram tão dominantes como mídia, como agora. Uma análise mais acurada dos líderes digitais pelo Alexa, indica que pelo menos metade dos líderes de audiência global tem a componente de rede social (incluindo Facebook, Twitter, YouTube, Wikipedia, Blogger e os messengers MSN e QQ chinês na categoria “social media”).

Tudo isso um pouco para dizer o que já sabiamos. Essa é a Copa do Mundo Digital e da Rede Social. As pessoas não estão mais assistindo a Copa pela TV, estão completamente conectadas à mídias digitais com seus iPhones, iPads, etc, participando de um debate paralelo com seus amigos e contatos através do Twitter, Facebook, Orkut e acompanhando tudo também com seus aplicativos e sites das estatísticas dos jogos e últimas notícias.

Bom, e como as marcas estão penetrando nesse mundo? Pois bem, alguns casos interessantes estão aparecendo com essa Copa, como por exemplo um post anterior que fizemos sobre o sucesso da campanha da Coca-Cola nos trending topics do Twitter. Foi a segunda campanha do gênero seguindo a do Toy Story 3, que apesar não se poder atribuir ao Twitter, tem sido muito bem sucedido nas bilheterias.

Aqui no Brasil, a Vivo inovou atuando em rede social com a Comunidade Eu Vivo a Seleção , que já conseguiu quase 180 mil participantes cadastrados em poucas semanas, tendo realizado um mega evento no Maracanã e com a filmagem do curta metragem por Fernando Meireles do último gol do Pelé, uma super produção para os padrões da internet e de vídeos virais. Segundo a Vivo, o filme já gerou mais de 1,5 milhão de visitas.

Outras frentes de marketing incluiram os aplicativos para iPhone, Android, iPad, que também já foi tema de um post nosso. Inúmeros aplicativos como ESPN, Adidas, Hyundai forma criados para aproveitar o interesse na tabelas, bolões, estatísticas e informações.

Ainda assim, com tudo isso acontecendo, meu sentimento é que a maioria das marcas ainda tendem a relacionar com as redes sociais de forma passiva, no máximo monitorando o que se fala delas e tentando minimizar os estragos de impactos negativos. (Vide o turbilhão que a Globo viveu no próprio Twitter nessas semanas de Copa do Mundo, com seguidas mobilizações com relação ao Galvão, Tadeu Schmidt, #diasemglobo, entre outras).

Algumas ações, no entando, começam a se destacar, como a da utilização do Twitter como rede de atendimento pela Best Buy (@twelpforce). Interessante esse caso em que a empresa busca ao redor do seu Core Business e das suas já destcadas habilidades offline, expandir on-line buscando as potenciais vocações das redes sociais. Outro destaque foi o posicionamento do Jornal O Globo, que esperou o momento da Copa para lançar seu aplicativo iPad focado em esportes, trazendo inclusive a degustação do caderno de esportes em versão digital, além de fotos, estatísticas e últimas notícias, que segundo informações que obtive, ganhou no seu lançamento posições entre os top10 de aplicativos de esporte mundiais.

Ou seja, os cases estão começando e os resultados iniciais são animadores. Tudo leva a crer que esta Copa do Mundo está trazendo um divisor de águas, iniciando uma nova relação das marcas com o mundo digital.

E aí, mais algum case digital relevante alavancando a Copa? Em breve estarei compilando um estudo sobre o tema. Sugestões são muito bem vindas …

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Expanding mobile apps for mass market

Acontece hoje no Hotel Hilton em São Paulo, às 11h uma coletiva de imprensa e debate com executivos das áreas de telecom, tecnologia, mídia e aplicações móveis, promovido pela Acision. Durante o evento será divulgado o novo estudo da Acision, MAVAM – Monitor Acision de VAS Móvel, que é uma das únicas e principais informações estatísticas do mercado sobre a evolução da internet móvel no Brasil e serviços de valor agregado. O estudo a ser divulgado, MAVAM4, foi focado em aplicações móveis de redes sociais.

Durante o evento estarei fazendo uma pequena apresentação, explorando esse crescimento da internet móvel e implicações para desenvolvimento dos mercados de aplicativos e serviços para a massa de 180 mlhões de celulares já presentes no Brasil. Tentaremos extrapolar o sucesso dos aplicativos iPhones e Androids para o topo da pirâmide e inferir as prioridades de desenvolvimentos para se difundir esse tipo de serviços para os celulares mais simples que correspondem a 80-90% da base instalada no Brasil. Segue abaixo o documento que estarei usando:



Durante o evento será divulgado o novo estudo MAVAM. Segue anexo aqui o estudo anterior. Para mais informações, acessem diretamente o site da Acision:

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Segue a palestra sobre o tema iPad, “Posicionando-se para liderar a nova era dos tablets, explosão da internet móvel e aplicativos” realizada por André Bianchi Monte-Raso, a convite da Lew`Lara\TBWA para clientes e imprensa.

Para vizualização com vídeos incorporados, veja diretamente nesse link e selecione full screen … Caso prefira ver diretamente no blog (embeded abaixo), coloquei uma versão sem os vídeos apresentados.

Espero que tenham gostado da nossa reunião e fica aqui a apresentação caso queiram repassar a outras pessoas.

Obrigado.

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Veja também: 8 Ways to Watch TV and Movies Without Cable – Hulu, Netflix, … | PCMag.com

Não é de hoje que venho explorando as novas opcões à TV Aberta e Cabo. Tenho visto testes há alguns anos de instalações locais multi-mídia passando as séries Heroes, Lost, House, Office, etc e filmes no dia seguinte que elas vão ao ar nos EUA via iTunes, iPod, iPhone, PC, Mac, TV … Para vocês terem uma idéia como funcionaria, um usuário premium estabelecido nesse novo mundo, aí vai uma típica configuração: uma Apple TV na sala ligada a uma TV LCD 50″, um Mac Mini (e um PS3) no quarto ligados a uma LCD 40″, um laboratório no home office com um iMac, um PC e um MacBook Air, todos devidamente habilitados para compartilhar o Home Sharing no iTunes e acesso a demais serviços de Video on Demand que se possa imaginar. Isso sem falar no Wii na casa de fim de semana e os cabinhos que acompanham com iPhone, iPad, iPod levando filmes, músicas e séries de TV para qualquer lugar que se vá e possa conectar a uma TV… Bom, deu para entender a situação …

Tudo isso para dar somente um contexto, pois tenho testado o tema para valer, e claramente existe já um mundo paralelo à TV aberta e a cabo disponível, mas pelo que converso por aí, pouca gente ainda se deu conta da transformação que isso deve causar nas nossas vidas nos próximos anos. Por muito tempo a TV aberta definiu o que veríamos ao chegar em casa depois de um dia de trabalho. Se o Jornal Nacional e a novela das 8h ou que partida de futebol, a programação já estava praticamente determinada, principalmente aqui no Brasil, onde algumas casas praticamente tinham a TV da Globo praticamente ligada o dia inteiro.

Pois bem, esse mundo já mudou e silenciosamente vem transformando os hábitos dos jovens e lentamente influenciando as famílias para desespero dos mídias antigos que insistem em manterem seus planos de mídia habituais. O poder hoje está na mão do usuário e muito mais do que ele já tinha com o controle remoto. Hoje ele pode escolher o que ver, quando ver, como ver e em que device ver. Assim, e voltando para ao meu caso, raramente tenho consumido a mídia empacotada da forma como se fazia antigamente. E não estou sozinho neste mundo, pois o que estou fazendo por aqui está se tornando um hábito muito difundido nos EUAs.

Bom, vai aí um dia típico de um usuário nesse novo mundo… Acorda às 5 da manhã e faz seu esporte, retorna e lê o WSJ no iPad. Liga a Apple TV e passa o filme do Toy Story para seu filho se entreter enquanto termina suas leituras no iPad. Após o café da manhã, no taxi a caminho de uma reunião se atualiza no iPhone nos apps do Valor e Estadão e checa seus e-mails. De volta ao home office, vê os últimos vídeos diretamente baixados para a Apple TV do NYT, particularmente os de tecnologia do David Pogue … Ao longo do dia, pilota seu laboratório com multi-computadores, postando no blog em um, respondendo e-mails em outro, assistindo últimos vídeos do Engadget através do Boxee em um terceiro computador. Seu filho chega do colégio e assiste através do PS3 habilitado para o Netflix o filme dos Incríveis. Jantar em família e filho na cama, e o casal está pronto para usar seu MacMini no quarto ligado a Boxee para assistir as últimas séries no Hulu ou Netflix, ou mesmo ouvir música pelo Pandora …

Se você acha que tudo isso é filme de ficção científica, se enganou. Tudo isso poderia estar acontecendo na minha ou sua casa. E isso é só o começo. Com o iPad na mão, essas operações ainda ficaram mais simples com os aplicativos da ABC, Netflix, WSJ, etc, etc … E tudo isso com a Apple dizendo que a Apple TV é somente um hobby no momento. Imaginem quando a Apple, Google e desenvolvedores decidirem que a bola da vez deixa de ser o tablet e passa a ser a TV e o set-top-box … Assistiremos a tudo isso com prazer, …, sentado no sofá …

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Não é de hoje que estudos aprofundados são feitos sobre as curvas de adoção e ciclos de vida de novas tecnologias. Há mais de 15 anos, no MBA, me apresentaram a famosa curva de Everett Roger, de seu livro Diffusion of Innovations, escrito em 1962. Nele, Roger mostra um padrão de adoção de novas tecnologias seguindo uma curva tipo “S”. Outro livro escrito em 2000, por Malcom Gladwell, The Tipping Point explora os níveis em que o momentum para a transformação se torna irreversível. Esses dois conceitos me inspiraram ao longo dos anos em buscar um aprofundamento na questão da “Arte ou ciencia para influenciar nas curvas S de adoção de novos produtos e tecnologia?”. Pergunta comprida para um tema que insiste em ser mais complexo do que normalmente é encarado e gerenciado por métodos intuitivos..

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Pois bem, hoje em dia nos deparamos  com situações semelhantes frente a adoção de redes sociais, a proliferação de campanhas virais, a chave do sucesso ou fracasso da comunicação ou de lançamento de um produto. De fato se analisarmos por exemplo a curva de adoção do Facebook pela evolução do tráfego no Alexa notamos a formação de algum padrão de curva “S”.  Colocando na mesma linha do tempo Myspace, Orkut, Hi5 e Facebook, percebemos também as variações de curva “S” que acabam se desenhando. Percebemos recorrência de mini “Ss” e estágios mais iniciais e mais avançados dentro da macro curva de adoção. Percebemos também potenciais sinalizações de final da curva e início da decadência, como começamos a verificar com o Orkut já no início de 2007.

Nesse momento, eu mesmo, me aventurei em um lançamento de uma rede social, o Limão. Sim um site jovem, mas muito ancorado em uma rede social com comunidades. (Em um post futuro, falarei mais profundamente sobre as lições aprendidas com o Limão, cujo projeto foi âncora para o lançamento de mais de 10 propriedades digitais para o Grupo Estado) Ficamos nesse estágio obcecados com a tal de curva “S” das redes sociais e como melhor usá-las para  lançar produtos e comunicação. Percebemos que há casos em que se passam 2-3 anos sem algum sinal de “decolagem” ou como se fala no popular -vai pegar ou não ?.

Li recentemente em um paper de David Griner do The Social Path (replicado na íntegra no final deste post), algo que já seguiamos consciente ou intuitivamente em start-ups como da Oi, ou que assistímos frequentemente nos pré-lançamentos de Steve Jobs do iPad, iPhone, etc. Existem duas formas de lidar com as curvas de adoção: pro-ativamente ou reativamente. Não estamos inventando a roda aqui, isso faz parte do dia-a-dia das agências de publicidade. Mas por exemplo, muitos criticam quando uma agência cria uma campanha viral, tipicamente uma atitude mais reativa, mas “bomba” a campanha com inserções na TV com com uma atitude pró-ativa. O que está se tentando aí, é simplesmente tentar chegar mais rápido na parte inclinada da curva “com grande derivada” (- sorry I am an engineer and consultant at the core).

Agora como balancear essas duas frentes reativa e pró-ativa e não gerar um gosto artificial na boca dos consumidores?Bom, essa é a pergunta de US$ 1 milhão que justifica os fees das melhores agências e os salários dos grandes profissionais de marketing e CEOs. Posso dar exemplo de algumas coisas que deram certo e errado na minha experiência:

- caso Oi:  Inspirados pelos lançamentos das terceiras e quartas operadoras de celular nos países europeus, notamos alguns casos de forte curva de adoção inicial como no start-up da Amena (agora Orange) na Espanha e da Optimus em Portugal. Mais particularmente no caso da Optimus nos inspiramos na campanha de pré-lançamento que conseguiu a adesão de 800 mil interessados no serviço, 1 mês antes do lançamento oficial. Na Oi, o conceito foi aprimorado com uma promoção ousada com a campanha de lançamento de “31 anos de ligações grátis no fim de semana”, utilizando a potencial ociosidade padrão das redes nos sábado e domingos. Como resultado foram mais de 4 milhões de inscrições e 500 mil clientes convertidos em 2 meses nesse plano inicial e limitado aos que tinham se pré-inscrito. Esses números cumpriram em 2 meses o que seria a meta do primeiro ano do business plan e impressionam até se comparados com pré-lançamentos com maestria de Steve Jobs, como nos 300 mil iPads vendidos no primeiro dia.

- caso Limão:  Buscamos acelerar o funil de marketing (awareness, purchase intent, try, repeat), lançando uma forte campanha disseminação inicial da marca com a Lew Lara, intitulada internamente : “Limão que po… é essa?”. A palavra limão todos conhecem , mas como site jovem e rede social, seria inusitado. Limão vai bem com doce e com salgado, um catalizador natural de transformação de gostos, sabores, sentimentos … Bom, a campanha foi um sucesso e premiada, 500 mil usuário cadastrados e com CPF em 6 meses. Como assim com CPF? Uma rede social pede CPF? Bom aqui não conseguimos convencer o jurídico e alguns acionistas que para jogar esse jogo deveríamos seguir as regras de mercado. Rede social não pede CPF, principalmente focada em jovens de 15-25 anos. Mas esse não foi o único porém, o produto em si não conseguiu evoluir rapidamente e entregar toda a expectativa e buzz gerado pelo sucesso da campanha. Foi com certeza um mal balanceamento e de timing entre as formas reativa e pró-ativa de se interferir na curva de adoção.

Bom, desculpem-me pelo post longo, pois realmente esse tema tem história para livro, mas para resumir esses temas são extremamente complexos, e poucos profissionais no mercado são realmente mestres nessa arte. Agora, nada como trazer um pouco de ciência nessa arte e minimizar os riscos de uma gestão puramente intuitiva…, né não  ???

Veja abaixo o paper que mencionei. Traz alguns conceitos a serem considerados na criação de campanhas em redes sociais …


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Pode-se dizer que a internet móvel começou para valer há pouco mais de 2 anos atrás, com a chegada do iPhone. Antes disso, os principais aplicativos, principalmente em SMS e Wap tinham baixa usabilidade e funcionalidades. O BlackBerry criou uma expectativa inicial com uma melhoria na interface de e-mails, mas foi somente com a introdução das lojas de aplicativos aberta a desenvolvedores que esse novo mundo da internet móvel se abriu para valer. Só a Apple Store contabiliza mais de 150 ml aplicativos e mais de 3 bilhões de downloads. Existem aplicativos para praticamente tudo que se possa imaginar como destaca a campanha publicitária da Apple – “There is an app for that” (Já é “velha”, mas recomendo dar uma olhada na variedade de vídeos da campanha da Apple, que dão um overview na quantidade de novas funcionalidades adquiridas pelos smartphones nesse novo conceito, …
… segue um deles abaixo)
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Esse novo ecossistema levou a o que estamos chamando a explosão da internet móvel. Estudos recentes da Admob confirmam esse crescimento do tráfego da internet móvel com a chegada dos smartphones e MIDs (mobile internet devices).
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Hoje, somente o sistema operacional, iPhone OS com cerca de 18% de share entre os devices, representa cerca de 50% do tráfego de internet móvel mundial. Outro fato interessante é que a chegada do Android tem aumentado ainda mais a velocidade de crescimento da internet móvel, com um multiplicador ainda maior que o do iPhone. Aparecem em destaque nessa lista, também com forte crescimento, os outros MIDs sem telefone incorporado como o iPod Touch (contabilizado no share do iPhoneOS) , Sony PSP e Nintendo DSi.
Outra pesquisa, também da Admob, realizada com desenvolvedores indica uma forte preferência nos futuros desenvolvimentos para as plataformas de iPhone e Android. Veja a seguir os dois estudos completos da Admob que subi na Slideshare:
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The Future of Credit Card Payment is Square – via @ India Microfinance.

See more on Square soulution at CNN.

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Não é de hoje que uma série de soluções para alternativa de micro pagamentos e cartões vem sendo testadas. Eu mesmo, participei em 1997 de um projeto com a Coca-Cola no Japão em que pilotamos a compra de refrigerantes nas vending machines utilizando uma solução de SMS para pagamento. Isso era importantíssimo para a Coca-Cola no Japão, pois mais de 50% de suas vendas no país vinham daquelas máquinas espalhadas por todo o país.

A tecnologia evoluiu e a internet móvel ganhou poderes, criando uma onda de investimentos em soluções e aplicativos móveis que de alguma forma resolvem os micro pagamentos e potencialmente substituirão a carteira das pessoas no quesito pocket cash. Fundos de venture capital e empreendedores vem anunciando uma série de soluções que incluem aplicativos iPhone, iPad, Android, cartões com reconhecimento de impressão digital, leitores de pagamento por aproximação do celular ou códigos de barra, entre outros.  (veja solução da Innnerfence) (veja solução Swipe)

Destaco aqui uma solução no mínimo curiosa criada por um dos fundadores do Twitter, Jack Dorsey, que mescla um aplicativo iPhone com um pequeno leitor de cartões que encaixa no plug de fone de ouvido do próprio. (veja vídeo abaixo)

Curioso, não? Porém não está claro ainda que soluções se tornarão dominantes, mas parece que chegou a hora de algumas delas começarem a vingar. Restam algumas perguntas que devem estar hoje na cabeça das empresas de cartões e operadoras de pagamentos:

- Como ampliar a cobertura utilizando os meios virtuais de pagamento?

- Como se posicionar com relação aos aplicativos de iPhone, iPad, Android?

- Como utilizar a verba publicitária para ampliar a presença nos novos pontos de pagamento?

- Como aproveitar melhor os aplicativos de localização e redes sociais para estar mais conectados aos momentos de pagamento?

- Como serão os cartões de crédito do futuro?

Obviamente essas questões não são exaustivas sobre o tema e muitas outras surgirão com cada novo aplicativo que aguçar nossas idéias. Sei somente, que a hora é essa para se posicionar nessas novas frentes …

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Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

Development of a global collaborative project ONLINE WHITE PAPER

At this first phase of this project, most of our posts will be created in portuguese following our client work and knowledge development in Brazil. We will soon have a second front in Italy and we welcome contributions from around the globe...

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